April 2011
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O País de Gales, e sucessivamente o resto do mundo, convertera-se em plateia do tão esperado e aclamado Casamento Real. A cerimônia de casamento da ex Plebéia, Kate Middleton, com o Herdeiro Real, O Príncipe William de Gales, mobilizou a explendorosa Londres, onde um número monstruoso de súditos e admiradores cercaram as ruas da Cidade para prestigiar a Realeza, e os referidos noivos. Primeiro ponto alto: O SORRIZO DE KATE. *-* Ela (agora ñ mais Kate, mas Duquesa Catherine, segundo o protocolo Real) estava simplesmente linda. Aliás, como sempre. Delicada e encantadora, vestia um belo vestido de renda pura (minuciosa e afetuosamente feito a mão). Uma justa referência à própria personalidade da noiva. Segundo ponto alto: William, assim como o respectivo irmão/padrinho de casamento Harry, em elegantes uniformes de gala, honrava ao memorável compromisso de sucessor ao trono, atualmente pertencente a avó, a Rainha Elizabeth Regina. A (luxuosa) abadia de Westminster foi o templo da memorável cerimônia, com direito a coral, trombetas e orquestra sinfônica: tudo para aclamar os noivos Reais e os demais membros da família, como a Rainha/Vovó Real. Terceiro ponto alto: o (discreto) beijo dos noivos, jah do lado de fora da abadia, logo após o término da cerimônia. *-* O xauzinho de Kate (tbm discreto, segundo ordens do protocolo), acompanhada de William e alguns guarda costas numa impecável carruagem vermelha e dourada. E o clássico conversível azul que William dirigia ao lado da recém esposa & Princesa„
A Kate teve de aderir aos protocolos Reais, à etiqueta e aprender idiomas, como o francês e o espanhol, para se tornar Princesa. Mas olha que coisa. *-*
Adorável & brilhante, como tudo que vem da Realeza. Bom, qse tudo (fora as infelizes lembranças do casamento da frágil e singela Princesa Diana com o príncipe Charles e os acontecimentos que se sucederam). Indispensável citar a solidez e a magnitude do sistema monárquico inglês, que vem se reafirmando com o passar dos tempos. Sim, eh fato que uma irrelevante parte da população britânica seja antipatizante da monarquia. Mas isso ainda ñ vem ao caso; pelo menos no contexto…
Apartir da própria percepção, observa-se que, ao longo dos tempos, a sociedade, e os seus próprios fundamentadores (e ñ ”fundamentalistas”) vem se esforçando arduamente em construir e propragar caminhos benígnos e produtivos, para que estes, por sua vez, possam ser trilhados.
Trilhados por nós, habitantes dessa gravidade; é claro„
Mas o infortúnio lado oposto da moeda deu luz à outros caminhos„ caminhos esses, digamos„ tortuosos. Frutos um tanto qto controversos em relaçao às sementes plantadas. OK: permita-me recapitular da pedra polida à presente e referida contemporaneidade„ se a ordem eh o lema de determinada naçao, as vias de fato revelam um cenário completamente oposto. E ñ eh pelo ”ordem” que eu me refiro soh ao BR. Ateh pq o BR ñ eh e nunca foi um caso isolado nesse cenário. Jah vou dizendo logo que ñ entendo NADA de política. Nem gosto, pra falar a verdade. Tambem nem eh disso que se trata. Este eh soh um ponto de vista apurado. Ateh pq, eh fato que ñ dah pra viver num mundo como este soh pq ver os outros viverem, neh; pois bem… ñ existe harmonia no planeta. A gravidade foi subvertida em obscuridade. E isso ñ eh relativo. É absoluto.
A ver navios? Sim, estamos a ver navios! Agora, Ateh qdo ainda eh uma pergunta sem resposta…